dimanche 24 octobre 2010
Obsessão
mercredi 24 mars 2010
P.S. Eu te amo
Há alguns anos, numa noite qualquer, zapeando pela minha vasta grade de canais televisivos, assisti a um filme chamado Love and Sex, que foi traduzido como Amor aos pedaços, reprisado hoje no Telecine Light. Em resumo, a trama conta a história de uma jornalista que escreve um artigo sobre seus amores e enquanto narra os episódios do mais relevante, vai apresentando os outros.Eu não namorava na época, nem sabia muita coisa sobre a vida a dois, mas achei aquela a representação perfeita do amor: começo, meio, fim, recomeço etc.
Adam, o amor relevante, não era nenhum galã. Aliás, se fossemos levar em conta os padrões estéticos em voga hoje, poderíamos até dizer que ele era o oposto do sonho de consumo de qualquer mulher.
No entanto, Jon Favreau conseguiu dar ao personagem um charme irresistível. Acredito que tenha sido a semelhança com a vida real a responsável por me fazer considerar aquela comédia boba tão legal. A graça era por eles não estipularem metas, nem se prenderem a padrões sociais ou a falsos moralismos. A primeira vez que Kate (Famke Janssen) soltou um pum na cama, por exemplo, ao invés de reprová-la ou achar aquela ação nojenta, Adam a abraçou rindo. Sabe o que isso significa? Intimidade. E intimidade embora pareça, às vezes, nojenta para quem está de fora, é uma delícia para aqueles que desfrutam dela sem medo. Posso ver isso com ainda mais nitidez hoje, pois achei meu Adam. A diferença é que o meu (além de não se chamar Adam) é LINDO.
mardi 30 septembre 2008
Le parfum
O olfato não é meu sentido mais apurado. Jamais foi. Aliás, abstraio eflúvios de uma forma irritante. São raras às vezes em que consigo perceber fragrâncias nas pessoas, sobretudo nos garotos com quem fiquei.Incrível... Parece que minha concentração olfativa se dispersa e essa informação deixa de ser armazenada pelos neurônios. O que gera grande frustração à minha irmã que sempre quer saber se as pessoas são, ou não, cheirosas.
Em compensação, tratando-se de miasmas (fedor), aí sim, o funcionamento dos meus orifícios nasais se mostra pleno. Por sinal, isso transforma as “viagens” de ônibus, à universidade, em um verdadeiro tormento estomacal.
Claro, é preciso ter um bom organismo para suportar, de 20 a 40 minutos, a aglomeração de pessoas e os mais variados odores: passando de hálitos cansados (de um dia de trabalho) ao hircismo; em um ambiente com o mínimo de ventilação. Sem contar com ocasiões, nada esporádicas, em que algum cidadão presenteia a todos com sua flatulência. C’est terrible!
Todavia, não é para o lado negro que desejo levar o assunto. A questão é que depois de uma noite prematura de sono, e uma película francesa que tinha le parfum como pano de fundo, despertei-me confabulando sobre os efeitos causados pelos aromas.
Há algumas semanas, troquei meu perfume de uso diário. Parecia que ele já não combinava com minha personalidade. Acabei usando uma antiga fragrância que pertencia a minha irmã, mas não era sua favorita.
Para minha surpresa, houve, com isso, uma considerável mudança também em meu humor. Senti-me mais leve e confiante. Parece que todo o frescor da essência fôra decodificado em uma sensação de liberdade. No entanto, esse precioso liquido chegou ao fim, super rápido (ok, havia menos de 1 ml no frasco), e a rotina me fez desprezar aquela alteração (de humor).
Então, na última quarta-feira, la Professeur de Français resolveu presentear ses étudiants com a apresentação do filme Prête-moi ta Main (empresta-me tua mão), traduzido como: A noiva perfeita, do diretor Eric Lartigau.
A narrativa é a respeito de um homem (Alain Chabat) que, pressionado pela família à arrumar uma esposa, contrata a irmã do amigo (Charlotte Gainsbourg) para fingir-se de noiva e evitar assim o fervor casamenteiro da mãe e das cinco irmãs.
O roteiro é engraçadinho e, sendo em francês, ganha toda a minha simpatia. Porém, não é por ele que escrevo, mas pelo que está por trás.
O protagonista, depois de uma desilusão amorosa na adolescência, transforma-se em un parfumeur (perfumista?) ou, como ele mesmo classifica, em le nez (o nariz), ao tentar reconstruir a essência de sua amada, que foi embora deixando (a ele) apenas uma écharpe.
Fôra esta história que me fez lembrar de minha própria adolescência. Não que eu tenha deixado alguma écharpe com alguém ou, pior, ficado com uma. E sim por ser identificada e sempre comentada pelo aroma que exalava de minha vasta cabeleira. Tanto que, ainda hoje, algumas pessoas lembram e perguntam a respeito do meu xampu, que foi por muito tempo quase que a minha marca.
O que me leva a crer que um simples aroma pode transformar a vida das pessoas, gerando significados que extrapolam a própria essência. E, apesar disso, muitas vezes, não nos damos conta deste fator, nem nos dedicamos em nossas escolhas. Se bem que, desconfio que são os perfumes que nos escolhem e não o contrário. Afinal, uma mesma fragrância, em peles distintas, muda completamente seu olor, isn’t it?
Ilustração: Bebel Callage
P.S.: encotrei, no youtube, o filme completo (porém, sem legenda). Quem quiser se arriscar, e dar uma olhada, é só seguir a numeração dos "capítulos". Bonne chance!
mardi 19 août 2008
Onde os fracos não tem vez
Tenho sido relapsa com o cinema nos últimos tempos. Logo que vim para Porto Alegre, em 2003, era freqüentadora assídua de diversas salas. Hoje, se quer passo próximo a elas, tampouco loco DVDs. Dias difíceis e um pouco de preguiça são as justificativas. Por isso, demorei para assistir ao premiado filme dos irmãos Coen: No Country for Old Men.Contudo, neste final de semana, a tarefa foi cumprida. Ao fim da projeção tive até uma agradável surpresa. Minha irmã gostou da película, mesmo sendo contrária a tudo o que foge do convencional-cinematográfico. Não ouvi nenhuma reclamação. E, temos que admitir, o desfecho é bastante incomum.
Palmas para ela e para os Coen, que conseguiram criar uma trama capaz de prender a atenção até dos mais chatos espectadores.
Apesar de toda a violência, a estória não é apresentada de uma forma pesada. Pois, a narrativa é repleta de humor. Um humor sutil, refinado ainda que simples. Contido, não somente, nos diálogos como na configuração das personagens. Ou alguém ousará discordar que o visual de Anton Chigurh (cabelo à la Beiçola – Grande Família) aliado aos trejeitos criados por Javier Bardem dão uma graça incomum ao temido matador? Basta lembrar as cenas em que, quando tenta extrair informações de alguém não disposto a colaborar, fica repetindo a pergunta com cara de poucos-amigos e dando uma nova entonação à cada frase. É hilário!
Mas ele não é o único, o xerife Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones), sua mulher Loretta Bell (Tess Harper) e seu assistente também são figuras engraçadas. Isso sem falar nos diálogos do casal Moss, Llewelyn (Josh Brolin) – o texano que pega o dinheiro da malsucedida transação de drogas – e Carla Jean (Kelly Macdonald). Impossível ficar incólume a eles. Portanto, recomendo.
Llewelyn Moss – Se você continuar tagarelando te levo lá para os fundos e te como.Carla Jean Moss – Só sabe falar!
Llewelyn – Continue e vai ver.
Carla Jean – Eu estou com um mau pressentimento.
Llewelyn – E eu com um bom, então zerou.
Llewelyn – Se eu não voltar, diga a minha mãe que a amo.
Carla Jean – Sua mãe está morta. Llewelyn – Então eu mesmo digo

Loretta Bell – Tenha cuidado!
Ed – Sempre tenho.
Loretta – Não se machuque
Ed – Nunca me machuco.
Loretta – Não machuque ninguém.
Ed – (risos) você manda.

jeudi 31 juillet 2008
Verdades e mentiras (Perto demais!)
Closer é muito mais do que um filme sobre relacionamentos amorosos. Sua essência está na relação entre verdades e mentiras. Uma analogia da vida como um todo: o que omitimos e o que revelamos; conseqüência da escolha por se entregar ou se preservar.Um revirar de vísceras ou soco no estomago contido em cada pequena frase ou nos grandes diálogos, ainda que antagônico, capaz de trazer alívio. Você sente tudo. Cada palavra que ganha vida na atuação dos atores passa por um processo de identificação. Você ri, você sofre, você ama e odeia com a mesma intensidade, não se pode fugir da projeção.
Por tudo isso e, também, porque o canal People & Arts acabou de “passá-lo” (eu perdi a transmissão da Globo, no início da semana) e não há como ficar inerte a ele, publicarei aqui minhas falas favoritas. Sendo as palavras o principal foco disso, me abstenho da tarefa de transcrever o contexto em que elas ocorreram. Espero que gostem.
Larry: O livro é sobre você?Alice: É sobre parte de mim.
Larry: E que parte ele deixou de fora?
Alice: A verdade.
Dan: Não posso. Se te ver, nunca vou te deixar!
Alice: E se eu achar outro?
Dan: Vou ficar com ciúmes.
Alice: Você me amou?
Dan: Eu sempre vou te amar. Odeio te magoar.
Alice: E por que está magoando?
Dan: Porque eu sou egoísta e acho que vou ser mais feliz com ela.
Alice: Não vai. Vai sentir a minha falta. Ninguém vai te amar como eu.
Dan: Eu sei.
Alice: Eu te amo! Por que o amor não é o bastante?
Alice: Eu te divirto, mas te canso.
Dan: Não!
Alice: Você ainda gosta de mim?
Dan: Claro!
Alice: Você está mentindo... Eu já estive no seu lugar...
Alice: Me abraça.
Larry: Eu sei quem você é. Eu te amo. Eu amo tudo que dói em você.
Larry: Vamos comigo até o meu apartamento.
Alice: Eu não sou prostituta.
Larry: Eu não pagaria.
Alice: Mentir é a coisa mais divertida que uma garota pode fazer sem ter que tirar a roupa. Mas é melhor se tirar.
Alice: Onde está esse amor? Eu não posso vê-lo, eu não posso tocá-lo, eu não posso senti-lo. Eu só posso ouvi-lo. Eu posso ouvir algumas poucas palavras, mas não posso fazer nada com suas palavras fáceis.
Alice: Não quero mentir e não posso contar a verdade, então está tudo acabado.
Dan: Não importa. Eu te amo. Nada disso importa.
Alice: Tarde demais. Eu não te amo mais, adeus."Ela tem a beleza imbecil da juventude, mas é esperta" (Larry).
"O que há de tão legal na verdade? Tente mentir pra variar" (Dan).
"Agora some daqui e morra"
OBS: Só consegui anotar algumas frases enquanto assistia ao filme. Então, para deixar mais completo os diálogos aqui, tive a ajudinha deste site: 12º dimensão. Não custa nada creditar, não é?!
lundi 21 juillet 2008
O cavaleiro das trevas
Os vilões são sempre mais atraentes, mesmo quando carecem de pitadas extras de sex appeal. Carregam em si uma mística envolvente e humor apurado por sua sagacidade perigosa. Não há como resistir às tramas criadas por essas criaturas. Eles nos cativam com seu conhecimento das cores do mundo e pela capacidade de se camuflar diante de cada nuance.Os mocinhos, em geral, são sofredores enfadonhos. Sacrificam suas vidas pelo bem da humanidade e levam um certo estigma de Pollyanna. No entanto, devido a panóplia de bem-feitor e já que saem vitoriosos da milenar batalha entre o bem e o mal tende-se a admirá-los. Quase ninguém admitiria querer estar no lado negro da força. D'accord?
Porém, na vida real, branco e preto não são assim tão homogêneos, nem seguem estereótipos. Bandidos também vencem no final e os heróis têm falhas éticas. A sétima arte, contudo, procurava deixar as diferenças bem demarcadas. Veja bem, procurava. O uso do verbo no passado demonstra que há um resquício de mudança no ar.
Uma modificação bastante visível em Batman: the dark Knight. Se não pelas cisões morais e traços mais humanos explorados pelo diretor Christopher Nolan ou pela atuação de Christian Bale (que para mim será sempre associado ao psicopata americano), pela trajetória do promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart) que, aliás, proclama uma das sentenças mais premonitórias e verdadeiras do cinema: "Você morre como um herói ou vive o bastante para se ver transformar em vilão". Bela crítica a corruptibilidade social, isn’t it? Mas, ela não acaba aqui, o complemento chega através da constatação do tenente Gordon (Gary Oldman): “tentamos ser homens decentes em um mundo indecente”. Dizer que jamais pensamos desse modo seria mentira. No fim, se todos os nossos esforços serão nulos, não vale muito a pena lutar contra a lógica do jogo. Às vezes, é preciso se adaptar a regra, por mais que incoerente que pareça.
Conformista demais? Talvez! Todavia, Nolan acredita na salvação da humanidade. E, claro, demonstra isso com boas doses de tensão, deixando o espectador preso a poltrona. Olhos fixos na tela, na tentativa de piscar o menos possível, para não perder nenhum momento da atuação perturbadoramente verossímil de Heath Ledger, o melhor coringa do cinema. Desculpe Jack Nicholson, mas você não foi assim tão assustador.
dimanche 20 avril 2008
Apenas uma vez

Para percebê-las desta forma basta um pouco de sensibilidade. Romantismo é desnecessário, embora, se estiver presente, tenda a potencializar tal efeito.
É um pouco isso o que ocorre, também, ao assistir Apenas uma vez (Once), de John Carney. A película irlandesa é como um afago à alma. A prova de que não é preciso mais do que sentimentos para uma bela história. Se na prática nada acontecer, os momentos desejados serão suficientes para torná-la eterna.
Sendo assim, o longa pode parecer um tanto amador, a fotografia não ser atraente (estas fotos enganam) e os personagem desprovidos de alcunhas. O sotaque dos protagonistas pode ser engraçado e de repente nem seja necessário compreender o que eles falam, basta sentir tudo o que a interpretação e a melodia são capazes de transmitir.
Pronto, o espectador foi conquistado e sairá da sala de projeção achando que aquelas duas almas não tinham nada além de vidas apagadas e sonhos desfeitos pelas desilusões do passado (um pouco como nos mesmos). Mas um encontro, mesmo entre criaturas tão desprovidas de atrativos imediatos, é capaz de trazer a inspiração e o prazer de compartilhar cada pequeno momento com alguém que possa sentir o mesmo. E, talvez por isso, fique por muito tempo com aqueles versos tocando sem parar em sua mente: “I don't know you, but I want you all the more for that…” (Eu não te conheço, mas te quero ainda mais por isso). Então assistam e anseiem pelos braços deste(a) desconhecido(a).
FALLING SLOWLY (Glen Hansard e Markéta Irglová)
But I want you
All the more for that
Words fall through me
And always fool me
And I can't react
And games that never amount
To more than they're meant
Will play themselves out
Take this sinking boat and point it home
We've still got time
Raise your hopeful voice you have a choice
You've made it now
Falling slowly, eyes that know me
And I can't go back
Moods that take me and erase me
And I'm painted black
You have suffered enough
And warred with yourself
It's time that you won
Take this sinking boat and point it home
We've still got time
Raise your hopeful voice you had a choice
You've made it now
Take this sinking boat and point it home
We've still got time
Raise your hopeful voice you had a choice
You've made it now
Falling slowly sing your melody
I'll sing along.
lundi 11 février 2008
Menos Limite

“Ele tinha tudo, menos limite”.
A história é essa mesmo: um privilegiado membro da classe média (alta) do Rio de Janeiro, puxa um beck na adolescência, da maconha passa a cheirar, depois começa a vender para os amigos e dali para a cidade toda. Sem jamais precisar pisar em uma favela, acabou se tornando um dos maiores vendedores de drogas do asfalto carioca. Tudo fácil assim, sem maiores complicações, até o dia em que foi preso. Mas esta narrativa eu não quero contar. Quem ainda não conhece, visite o site oficial.
Não obstante, por mais nonsense que possa parecer, tenho que admitir que senti um pouco de inveja do sr. João Guilherme Estrella ou, ainda, de sua namorada Sofia e aquela galera toda que aproveitava cada momento, deixando o futuro para depois. Claro, guardadas as devidas proporções. Afinal, não tenho a menor vontade de me drogar, tornar-me uma viciada, muito menos traficante.
A questão toda se encontra nessa palavrinha chave: limite. O tenho em excesso. Chega a ser desgastante, viver nesta eterna preocupação com as conseqüências de cada ato, deixar os minutos passar sem saboreá-los com o devido valor. Parece até que vim ao mundo para servir de platéia, por mais que deseje ser a protagonista.
Para mudar este roteiro, já pensei até em beber, tomar um belo porre, mesmo. O problema é que meu metabolismo não ajuda, o máximo que fico é com sono. A euforia proporcionada pelo álcool se quer passa perto do meu córtex cerebral (sic). Ou seja (cerveja), perdeu playboy (dhã)!
Então só me resta mesmo aproveitar os momentos de êxtase que o cinema é capaz de oferecer. E em Meu nome não é Johnny, são muitos. A começar pelos maravilhosos diálogos que percorrem o filme – como o da noite que João (Selton Melo) conquista Sofia (Cléo Pires). Vale muito a pena conferir, não apenas esta cena, mas todas as outras deste belo produto nacional.
João Guilherme Estrella: Ó lá, ó lá, ó lá minha deusa de marfim!
Godoi: Deusa de quê? De massinha?
J.G.E.: Não, de marfim, Godoi!
Laura: Ó ta sem o varetão(?) de Niterói!
Julinho: Ó se liga, hein, xará?! Acho que o varetão de Niterói pula miudinho na mão dela.
J.G.E.: O que é pular miudinho, brother? Por que isso?
G. A mulher é bailarinha?
J. Bailarina? Hehe... É baladeira, hormonal, saidinha.
J.G.E.: Baladera, hormonal, saidinha, faz maluco perder o sono? É meu número. Vô lá!
J.G.E.: E aí Sophia, tudo bem?
(...)
(...)
Sofia: E aí, conta aí...
J.G.E.: Não... 'tamos aí! E o brunão?
S. O que tem o brunão?
J.G.E.: 'Tá contigo lá em Niteróis, fazendo as coisas dele lá?!
S. 'Cê quer saber se a gente 'tá junto?
J.G.E.: Eu até gostaria, viu!?
S. Você é sempre assim, dá 500 voltas pra chegar em alguém?
J.G.E.: Não, não é que é alguém, é você. Eu fico meio nervoso assim de falar contigo.
S. Ah, pega bem até!
J.G.E.: Ah, então vou seguir nervoso, seguir nesse caminho!
S. E aí, ‘cê sabe que o mundo pode acabar amanhã, né? E a gente tem que curtir a vida, então eu vou te ajudar 'tá? Quer sair comigo?
J.G.E.: Então não é melhor a gente ir logo, antes que o mundo acabe?
P.S. Este texto também está publicado em: DIZem BUCHA
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